“...E quando eles uniformemente tocavam as trombetas e cantavam para fazerem ouvir uma só voz, bendizendo e louvando ao SENHOR, e quando levantavam eles a voz com trombetas, e címbalos, e outros instrumentos músicos, para bendizerem ao SENHOR, porque era bom, porque a sua benignidade durava para sempre, então, a casa se encheu de uma nuvem, a saber, a Casa do SENHOR; e não podiam os sacerdotes ter-se em pé, para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do SENHOR encheu a Casa de Deus.” 2 Crônicas 5:13-14
Introdução:
O que fazemos domingos das 10:00 às 10:20?
O que acontece no coração do adorador e o que acontece coletivamente enquanto cantamos?
Antropologistas não encontraram povo que não inclua música na cultura.
Esta talvez seja uma das marcas mais específicas de uma tribo.
Nenhuma outra atividade afeta tantas partes do cérebro.
Estimula o desenvolvimento do cérebro de um bebê e reinventa o cérebro de quem sofreu algum dano.
Melodias me fazem lembrar momentos marcantes da minha vida.
Quantos ainda lembram a música que tocava no dia do primeiro beijo?
A música está presente em toda a história da humanidade e da igreja.
Fazemos o que todas as igrejas ao redor do mundo sempre fizeram.
Deus é o Criador de tudo – inclusive a música.
A Bíblia está repleta de menções à música – de Gênesis ao Apocalipse:
Moisés cantou após a travessia do Mar Vermelho.
Davi e sua harpa.
Paulo e Silas na prisão.
Jesus cantou após a Ceia.
Anjos cantavam: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra entre os homens, a quem Ele quer bem”.
O que está incluído no nosso momento de músicas:
Louvor:
Elogiar, aprovar, consagrar.
Pode ser impessoal e indiferente.
Adoração:
Culto, reverência, veneração.
Exige comprometimento pessoal.
Cantar é algo que exige somente nosso corpo; louvar é algo genérico que pode incluir elogios a qualquer coisa ou pessoa, mas adorar é algo que Deus exige exclusividade (Primeiro Mandamento).
Cantar a uma só voz:
Unidade e não uniformidade:
Todos afirmamos as mesmas coisas.
Todos cremos nas mesmas coisas.
Nem todos cantamos a mesma música.
Geração em geração – diversidade que se complementa.
“Então nós, o teu povo, as ovelhas das tuas pastagens, para sempre te louvaremos; de geração em geração cantaremos os teus louvores.” Salmo 79:13
Adolescentes precisam observar a vida de adoração dos adultos.
Ao mesmo tempo adolescentes precisam ser ensinados a adorar com as músicas de seus pais.
Liberdade de expressão: posso, mas não preciso levantar as mãos ou outra manifestação.
Quando cantamos, declaramos o que já vimos, contamos a história.
Também declaramos verdades que talvez tenhamos esquecido. Ex: declaro que estava perdido antes de encontrar Jesus, declaro que preciso ser cheio do Espírito Santo diariamente ou afirmo que todas as tribos, povos e raças são bem-vindas na presença de Deus.
“Quando muitas desgraças e dificuldades lhes sobrevierem, esta canção testemunhará contra eles, porque não será esquecida pelos seus descendentes. Sei o que estão dispostos a fazer antes mesmo de levá-los para a terra que lhes prometi sob juramento. Então, naquele dia, Moisés escreveu esta canção e ensinou-a aos israelitas.” Deuteronômio 31:21-22
Conclusão
“Somos criaturas feitas para adorar”.
Somos adoradores por natureza. Nosso Criador nos fez seres que adoram, seja ao próprio Deus, ou outra coisa toma Seu lugar.
Perguntas para os PG’s
Compartilhem músicas/melodias que marcaram momentos importantes das suas vidas.
Quais são os principais empecilhos que impedem a música de se tornar em adoração? Ou seja, que distrações podem me fazer ‘cantar da boca prá fora’, sem estar efetivamente adorando nosso Criador no domingo de manhã?
Como posso aproveitar melhor o presente que Deus nos dá (a música) para adorá-lO?