O cristão vive em dois reinos: Reino de Deus e o reino deste mundo.
“O meu reino não é deste mundo, disse Jesus”. João 18:36.
“Pedro e os demais apóstolos afirmaram: antes, importa obedecer a Deus do que aos homens”. Atos 5:29 (Atos 4:19).
A nossa lealdade é em primeiro lugar a Jesus, que é o nosso Senhor e Salvador eterno. Às outras autoridades humanas nós nos submetemos sempre EM CRISTO. Ele é o referencial para nos relacionarmos com todas as outras autoridades.
A nossa confiança, esperança e fé são sempre em Deus, e não em autoridades humanas.
Jeremias 17:5 “Maldito o homem que confia no homem”. Autoridades humanas devem ser respeitadas, mas elas não trazem salvação, e não devem ser veneradas.
Jeremias 17:7 “Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor”. Somente Deus é Senhor, e somente Ele liberta, salva, perdoa os pecados e nos dá vida eterna. Somente Ele deve ser adorado, e somente à Ele rendemos fidelidade.
Cada cristão tem a responsabilidade de trabalhar para o bem da sociedade, da nação e interceder pelos governantes. 1 Timóteo 2: 1-6.
A Salvação é para todas as pessoas. Só Jesus pode mudar as pessoas, transformar as estruturas sociais. O governo só tem a capacidade de diminuir o mal, mas só a igreja fiel a Jesus pode trazer o bem.
Por isso projetos missionários/sociais são os braços da igreja para trazer transformações na sociedade. Ex. Amas (6 creches com aprox. 1000 crianças, e seus familiares), Projeto Missionário do Parolin, Ministério Social da Igreja e a correspondência/cursos bíblicos para internos das prisões, etc.
Lembrar-se de orar diariamente pelos governantes, para que tenham um encontro real com Jesus.
4. Perguntas ao pg:
Como deveria ser um governante cristão? Mateus 20:25-28.
Como cristãos, temos uma função profética em relação ao Estado. Função profética significa denunciar o pecado. Quais são alguns desses “pecados” que precisam ser denunciados?
O que podemos fazer, para o bem da sociedade, e do bem estar das pessoas? Ex. Sermos instrumentos de paz no trânsito, preservar patrimônio público, não jogar lixo no chão, e outras sugestões.