Mensagem

Migalhas da Mesa de Jesus

Migalhas da mesa de Jesus

A Mulher Cananeia

Mateus 15.21-28

·         História simples: alguém com um problema insolúvel, tem fé e Jesus cura.

·         Mas o que Jesus está fazendo em Tiro e Sidom (terra de gentios)?

·         O que ele quis dizer, chamando a mulher de ‘cachorrinho’?

·         O que este evento ensina a Igreja sobre ‘os de fora’?

1.       O diálogo de Jesus

·         Jesus: única viagem relatada a território não-judeu.

·         O primeiro diálogo é entre Jesus e os discípulos.

·         Até que ela O adora (se prostra).

·         ‘Cachorrinhos’ era um xingamento para os gentios.

o    Porque não diferenciavam comida pura de impura.

o    E se havia um povo ‘inimigo’ dos judeus, eram os cananeus.

o    Samaritanos: judeus traidores (DNA de Abraão).

o    Eram moradores da Terra Prometida.

o    Josué: ordens expressas para destruí-los totalmente.

o    Sua iniquidade havia superado todo e qualquer limite.

o    Israel não obedeceu, não os destruiu.

o    Resultado: sofrimento (guerras, exílio, destruição) por 1.400 anos.

·         A mulher está desesperada, Jesus é sua última esperança.

·         Há um ensinamento muito profundo aos discípulos.

o    Há fé fora de Israel (fora da Igreja).

o    Ela O adora (‘se prostra’), chama de Filho de Davi.

o    Israel está se fartando com pão, e não olha para os de fora.

2.       O que os gentios pensam da Igreja

·         A lição principal era para os discípulos.

·         Discípulos tentam afastar pessoas que não combinavam com Jesus.

·         LIVRO: ‘descrentes’ (David Kinnaman): O que a nova geração realmente pensa sobre o cristianismo... e porque isso é importante.

o    O que as pessoas pensam sobre o cristianismo é reflexo de suas histórias/experiências pessoais.

o    O que as pessoas pensam a respeito dos cristãos define sua resposta ao nosso convite.

o    O que as pessoas pensam sobre a fé pode mudar.

·         Seis observações típicas sobre o cristão:

o    Hipócritas: não vive o que fala.

o    Focados demais em converter pessoas: sentem-se alvos, projetos, e que não nos preocupamos com eles.

o    Anti-homossexuais: intolerantes, desprezam quem não pensa como eles.

o    Fechados: chatos, antiquados, sem contato com a realidade.

o    Políticos demais: atrelamos nossa fé à política. Veem hipocrisia onde nós vemos um enviado/escolhido de Deus.

o    Julgadores: encontramos pecado em todos de fora e não nos preocupamos com as pessoas.

·         Resumo: ‘uma religião superficial, deprimente e mesquinha’.

3.       O que podemos fazer

a.       Hipocrisia: sermos transparentes quanto às nossas falhas. Primeiro agir, depois falar.

Gálatas 5.13 Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne; ao contrário, sirvam uns aos outros mediante o amor.

·         Precisamos nos apaixonar pelas ruas.

b.      Focados demais em converter: cultivar relacionamentos e ambientes em que os outros podem ser transformados por Deus.

·         Lógica não converte ninguém.

c.       Anti-homossexuais: demonstrar compaixão e amor por todas pessoas.

·         Não diga: ‘amo você, mas odeio seu pecado’. O que você chama de pecado define quem ele é.

·         Deus não nos chama a odiar o pecado do próximo, mas o nosso.

d.      Fechados: ser engajados, informados e dar respostas coerentes às questões enfrentadas pelas pessoas.

e.      Políticos demais: respeitar as pessoas, pensar biblicamente.

·         Saiba que tem gente que pensa diferente, e segue a Jesus.

f.        Julgadores: demonstrar graça, encontrar o bem nos outros e ver o potencial que têm para se tornarem discípulos de Cristo.

Perguntas aos PG’s:

·         Que tipo de visão você tinha da Igreja antes de fazer parte dela? O que estava certo (era assim como você pensava) e o que era bem diferente do que a expectativa?

·         Qual tem sido a tua experiência, ao compartilhar a fé em Jesus, sobre o que as pessoas pensam a respeito de Jesus, da fé e da Igreja?

·         Como podemos melhorar nosso comportamento, de maneira bíblica e intencional, para sermos como Igreja o que Jesus espera de nós para anunciarmos a Salvação com nossa vida e nossas palavras?

Pr. Fridbert August